Que leve embora esta amargura pesada,
Embora, não me contente com o fim do ciclo.
Contente me faria dar razão ao que respiro
Sem racionar amor por trauma da jornada.
E me traga mais do mesmo, ou até mesmo maior.
E mesmo que me engasgue com aquilo que trago
Não viverei o riso vazio deste rosto vago.
Se sei o que é sofrer, muito sei o que é amar.
Prefiro morrer farto a falecer por fome,
Queimar a boca não tirará a lembrança do sabor.
Que escorra mil lágrimas frente a mil beijos,
E cada amor me mostre um pouco do que sou,
Pois, não quero me fazer somente com o que vejo.
Enfim, renascer a velha história de um novo homem.