Por onde andas, meu amor,
Quando na intimidade de sua consciência?
Se os olhos que já me seguiram
Fogem apavorados feito nicolau.
Como se minha presença lhe afastasse a sorte.
Invejo tal sorte capaz de fugir.
Tu, tão linda, tens meu mundo de atenção
Tal astro que brilha até me cegar
E cego resta seu brilho a me queimar a visão.
Sabe,
O amor é muito complexo para decifrá-lo embriagado
Soluçando por tanto ser amado,
Você enchendo meu copo a cada instante.
Saciado a ponto de ser ingrato,
Um viciado que varia as doses da mesma coisa.
Só você notou a decadência em nosso amor.
Para mim, bebum,
Não via problema em uma felicidade desconexa.
Mas agora,
Meu peito que recebia o calor de seu sono
Esfria a cada lembrança que me vem,
E o incômodo me obriga a entender o que se foi
Para seguir em passos firmes sem cair no mesmo erro.
Confortei sem confortar,
Tornei injusta nossa relação por
Arrancar-lhe as asas para lhe por sub as minhas,
Sonhar redundante pondo paredes em nossa volta,
Colocar cozinha, sala, quartos e dois banheiros.
Chegar em casa lhe dar um beijo
E ajudar a lhe tirar da tristeza quando houver,
Quando os cachorros não tivessem o feito. E claro,
Viajar nas férias com o aperto de nossos bons empregos.
Quanto nada eu fui capaz de te oferecer.
Porque um buquê de promessas se
Apaixonei-me de imediato no impacto com
O concreto sorriso seu?
Só entendi a grandeza de nosso amor
Após estar em queda livre dentro dele.
Diferente daquele da globo as 21h
Que indecentemente lhe propus.
Não era o mais óbvio.
Foi o melhor que a incompreensão nos ofereceu
Sem segredar plenamente.
Eu, como indivíduo livre e súdito seu,
Deveria ser o primeiro a lhe incentivar ao sonho,
Ou incentivá-la a sonhar.
Tão simples quanto notar beleza nas coisas.
Hoje sei muito do que não sabia.
Entendo o bem(nãão!?) que fez ao separar-nos
E curar aquele amor doente,
Reparar todas as injustiças que me ornamentaram.
Com pesar entendo seus olhos fugitivos,
Por isto sofro além da sua falta,
Sofro sua condenação.
E como último respiro
De uma consciência amante afundada na lama
Resta imaginar, meu amor,
Por onde andas
Na intimidade de sua consciência.
Quando na intimidade de sua consciência?
Se os olhos que já me seguiram
Fogem apavorados feito nicolau.
Como se minha presença lhe afastasse a sorte.
Invejo tal sorte capaz de fugir.
Tu, tão linda, tens meu mundo de atenção
Tal astro que brilha até me cegar
E cego resta seu brilho a me queimar a visão.
Sabe,
O amor é muito complexo para decifrá-lo embriagado
Soluçando por tanto ser amado,
Você enchendo meu copo a cada instante.
Saciado a ponto de ser ingrato,
Um viciado que varia as doses da mesma coisa.
Só você notou a decadência em nosso amor.
Para mim, bebum,
Não via problema em uma felicidade desconexa.
Mas agora,
Meu peito que recebia o calor de seu sono
Esfria a cada lembrança que me vem,
E o incômodo me obriga a entender o que se foi
Para seguir em passos firmes sem cair no mesmo erro.
Confortei sem confortar,
Tornei injusta nossa relação por
Arrancar-lhe as asas para lhe por sub as minhas,
Sonhar redundante pondo paredes em nossa volta,
Colocar cozinha, sala, quartos e dois banheiros.
Chegar em casa lhe dar um beijo
E ajudar a lhe tirar da tristeza quando houver,
Quando os cachorros não tivessem o feito. E claro,
Viajar nas férias com o aperto de nossos bons empregos.
Quanto nada eu fui capaz de te oferecer.
Porque um buquê de promessas se
Apaixonei-me de imediato no impacto com
O concreto sorriso seu?
Só entendi a grandeza de nosso amor
Após estar em queda livre dentro dele.
Diferente daquele da globo as 21h
Que indecentemente lhe propus.
Não era o mais óbvio.
Foi o melhor que a incompreensão nos ofereceu
Sem segredar plenamente.
Eu, como indivíduo livre e súdito seu,
Deveria ser o primeiro a lhe incentivar ao sonho,
Ou incentivá-la a sonhar.
Tão simples quanto notar beleza nas coisas.
Hoje sei muito do que não sabia.
Entendo o bem(nãão!?) que fez ao separar-nos
E curar aquele amor doente,
Reparar todas as injustiças que me ornamentaram.
Com pesar entendo seus olhos fugitivos,
Por isto sofro além da sua falta,
Sofro sua condenação.
E como último respiro
De uma consciência amante afundada na lama
Resta imaginar, meu amor,
Por onde andas
Na intimidade de sua consciência.
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