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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Virando oS mundoS para o lado errado

Não é tão belo quanto um sorriso embriagado aos olhos de uma mente entorpecida, mas o que eu tenho é amor ou apenas acreditei, creditei e me fudi. Não precisa agir como um cego que voltou a enxergar, pois apenas trocou seus óculos. Pena que o foco da minha lente continua o mesmo, porém, umidecido na parte interna. Estou vendo, você sabe. Devemos-nos respeito e não satisfação, assim como dois desconhecidos. Oxi?!. Abandonaria um amigo se pudesse se sentir melhor assim? Não se sentiria melhor tendo o abandonado? Então não entendo a minha função. Talvez pense como se estivesse em uma pesca esportiva, onde a intensidade da batalha para mostrar seu poder ao ter e o pouco tempo de apreciação seja o suficiente para solta-lo. Nem imagina tal pescador como abriu um novo mundo e difundiu toda uma forma de pensar na mente tão pequena de quem nem sequer pisca. Melhor que morrer frito ao menos. Vai chover, hora de voltar. Nem sei para que tantas metáforas molhadas se seu coração parece ser impermeável. Que tal dinheiro? Loteria? Daquele tipo de sujeito que a cada semana vai perdendo um pouco, mas a esperança ou ganância nem o faz perceber que o acumulo das semanas daria um ótimo fim dela. Torrei tudo e nem vi. Também não, conheço e sei que seu coração não é nenhuma maquina de refrigerante. Foda-se as metáforas. A chave literal são palavras que não escuto, as vejo em noites, quase todas. Eu vou divagando sobre isto como uma formiga flutua em um copo meio vazio. Ambos presos em tão pouco sem a mínima noção de como escapar. Apenas vê o seco através do vidro, eu a vejo tão seca, quase ríspida. Através do vidro, Na minha lente de foco único, seguindo as espumas flutuantes que seu barco deixa na água. E só tenho mais seis números e já nem sei se é esperança ou ganância. Sei que não pisco. Sei que sabe.

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